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Segurança
26/02/2026

Quando o reconhecimento de dispositivo vira um fator de confiança: conheça o Scudo da Evertec 

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À medida que a jornada dos usuários no ambiente digital se torna mais rápida e invisível, as organizações buscam alinhar dois aspectos importantes, mas quase sempre opostos: segurança e experiência. Nesse ponto, soluções que aderem ao conceito de DeviceFingerprint para reconhecimento de dispositivos no e commerce como, o Scudo da Evertec ganham destaque na prevenção a fraudes digitais, identificando riscos e protegendo usuários com base no contexto e características dos dispositivos, sem comprometer sua experiência ao longo de toda jornada.

Quer entender como isso funciona na prática? Continue lendo e saiba por que o reconhecimento de dispositivo se tornou um importante ativo de confiança dentro da arquitetura de risco.

O que é Device Fingerprint e por que ele se tornou central

O Device Fingerprint corresponde a uma tecnologia de segurança cibernética que constrói uma identidade única para cada dispositivo, a partir da captação e correlação de uma série de fatores, como:

  • Tipo de navegador
  • Sistema operacional
  • Endereço IP
  • Características do hardware
  • Configuração de rede
  • Padrão de comportamento de uso (velocidade e estilo de digitação, forma de segurar o aparelho, etc).

A conexão desses elementos ajuda a criar um padrão de uso e comportamento único associado a um dispositivo, o que torna possível reconhecê lo ao longo do tempo, ainda que seu proprietário apague cookies ou altere informações superficiais.

Essa análise da “impressão digital” do dispositivo possibilita identificar comportamentos suspeitos em tempo real, além de fortalecer a capacidade de diferenciar um usuário legítimo de um fraudador sem gerar fricções na jornada, na medida em que a análise de risco se torna menos genérica e mais contextual.

Com o Brasil contabilizando “mais de 10 milhões de tentativas de fraude entre janeiro e setembro de 2025”, um aumento de 28,9% em relação ao mesmo período em 2025, o Device Fingerprint surge como uma camada extra de segurança fundamental para proteger pessoas e empresas contra fraudes digitais a partir de um processo de autenticação invisível para usuários legítimos.

Como o reconhecimento de dispositivo se integra à análise de risco

Para tornar o reconhecimento de dispositivo um ativo central na decisão de risco sem fazer disso algo técnico ou comercial, é preciso que ele faça parte de uma arquitetura multicamadas, que inclua não só análise comportamental, mas inteligência de transações, modelos de risco em tempo real e histórico de relacionamento do usuário.

Ao operar de forma integrada, essas camadas oferecem uma visão mais robusta e contextualizada de como ocorre cada interação. Dentro dessa estrutura, o Device Fingerprint funciona como um primeiro filtro silencioso, classificando as operações por nível de confiança.

Por exemplo, se ao analisar as características ficar evidente que o dispositivo é confiável, ele seguirá em um fluxo normal. Enquanto isso, se houver inconsistências, o usuário passará por etapas adicionais de autenticação, e se o risco for elevado, o sistema bloqueia preventivamente o acesso.

Com essa abordagem, é possível aumentar a eficiência na detecção de fraudes, mas reduzindo os atritos para usuários legítimos ao longo da jornada.

Scudo da Evertec: uma abordagem modular e orientada a risco

Projetado para atender à necessidade de análise contextual e multicamadas, o Scudo da Evertec corresponde a um sistema modular antifraude completo para e commerces, que equilibra adequadamente taxa de aprovação e risco de chargebacks, usando para isso diversos mecanismos de validação.

No geral, a solução combina:

  • Análise do histórico de transações dos clientes
  • Validação em centrais de risco
  • Integração com motores globais de risco
  • Identificação de padrões comportamentais
  • Correlação de dados do dispositivo
  • Revisão manual com especialistas em segurança transacional

Ao correlacionar esses fatores, o Scudo da Evertec possibilita que cada transação receba uma classificação de risco e siga de maneira automática pelo fluxo mais adequado, seja com aprovação direta, pela validação adicional ou para análise manual.

Análise histórica: confiança construída ao longo do tempo

Para atribuir uma pontuação de risco para cada usuário, o Scudo da Evertec faz uma análise histórica de pagamentos, considerando o comportamento transacional apresentado ao longo dos anos em diferentes canais.

Ao ser combinado com o reconhecimento de dispositivo, essa análise de histórico ajuda a criar uma base sólida de confiança, indicando quando a transação necessita passar por outros módulos de autenticação antes de ser aprovada.

Motores de risco e inteligência de dispositivo

O Scudo também conta com motores de risco globais que avaliam múltiplas variáveis em tempo real, como:

  • Comportamento de pagamento
  • Características do dispositivo
  • Tipo de conexão
  • Geolocalização, entre outros

Esses critérios são correlacionados entre si, gerando uma classificação de risco dinâmica, que eleva a precisão das decisões de risco e reduz a necessidade de intervenções manuais.

Validação em centrais de risco e enriquecimento de dados

Outro diferencial do Scudo da Evertec consiste em seu mecanismo de validação em centrais de risco. Esse é um componente que permite verificar se os dados usados em uma transação são compatíveis com o perfil do usuário legítimo.

Além de ampliar a confiança das transações, esse enriquecimento de dados fortalece o ecossistema de segurança contra fraudes ao correlacionar identidade, comportamento e reconhecimento de dispositivo.

Orquestração inteligente de camadas de segurança

O valor estratégico do Scudo da Evertec não está apenas na detecção de fraudes, mas na orquestração das camadas de segurança.

Submeter cada transação a todos os módulos de segurança é uma prática que aumenta as fricções e prejudica a experiência dos clientes. Ao invés disso, o Scudo determina o fluxo ideal de validação para cada transação com base em uma análise de risco eficiente e precisa.

Isso não só reduz os atritos na jornada, como também otimiza os custos operacionais e melhora a taxa de conversão. Tudo isso mantendo um alto padrão de segurança contra fraudes digitais.

Um novo modelo de confiança digital

As estratégias de prevenção a fraude evoluíram de práticas reativas, para ações preditivas e contextuais. Nesse contexto, o reconhecimento de dispositivo se tornou um dos ativos centrais dessa transformação, atuando como um elo entre identidade, padrão de uso e histórico transacional.

O Scudo da Evertec é uma solução que materializa essa evolução ao oferecer uma abordagem modular, orientada a risco e que transforma o Device Fingerprint em um elemento estratégico de análise de risco, conectando segurança, comportamento e confiança em uma única arquitetura. Para empresas que buscam reduzir fraudes e melhorar sua taxa de aprovação sem adicionar atritos à jornada, essa abordagem sem dúvida é o caminho ideal para o futuro da segurança digital.

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